Por nove votos a um, o Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo manteve ontem decisão do ex-procurador-geral Rodrigo Pinho, que avocou inquéritos de promotores contra a prática de nepotismo no Tribunal de Contas do Estado e mandou arquivar.
Único voto contrário, o relator João Francisco Viegas sustentou que Pinho não tinha poder para tirar o caso dos promotores nem esclareceu dados.
Conselheiros do TCE nomearam 12 parentes. Pinho disse que o TCE fixou prazo para a demissão de familiares. Só o caso de Eduardo Bittencourt, presidente do órgão que nomeou cinco filhos que não trabalhariam, continua.
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