O líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP) disse que não foi consultado sobre a decisão da Mesa Diretora da Casa de permitir que os senadores que integram a Mesa e os líderes partidários tenham direito a mais dois funcionários para trabalhar no escritório do parlamentar no estado. O senador petista disse que não assinou nenhum ofício concordando com a medida que considera um “retrocesso”.
A decisão foi anunciada ontem (24) e de acordo com o diretor-geral do Senado, Haroldo Tajra, a medida atende a um acordo firmado entre os líderes. Como o trabalho dos servidores é atestado pelos próprios senadores, a proposta abre uma brecha para a utilização de funcionários federais nas campanhas.
Tajra justificou a medida alegando que, na prática, ela não vai gerar um custo adicional de salário, pois só poderão ser levados para o estado os servidores que já trabalham no gabinete do parlamentar, em Brasília.
Luciana Lima
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