A Comissão Mista de Orçamento agendou duas reuniões para hoje com o objetivo de começar a análise dos relatórios setoriais da proposta orçamentária para 2007. As reuniões estão marcadas para as 14h30 e as 18 horas, no plenário 2.
Estão em pauta quatro dos dez relatórios setoriais que foram entregues ontem: Poderes do Estado e Representação, do senador João Ribeiro (PL-TO); Justiça e Defesa, do deputado Jaime Martins (PL-MG); Fazenda, Desenvolvimento e Turismo, do deputado Alex Canziani (PTB-PR); e Agricultura e Desenvolvimento Agrário, do senador Jonas Pinheiro (PFL-MT).
Segurança de vôo
O relatório de Jaime Martins alocou mais R$ 16 milhões para a área de proteção e segurança de vôo e indicou mais R$ 41 milhões ao encargo do relator-geral. "Segundo a Aeronáutica, é mais do que o suficiente para atender essa demanda", afirmou o relator.
Com a mudança, o parecer reverte o corte de R$ 40 milhões da proposta orçamentária do Poder Executivo em relação aos investimentos autorizados deste ano. Os recursos serão utilizados apenas para aquisição e manutenção de equipamentos, não incluindo o pagamento dos controladores de tráfego aéreo.
Exército
Entre as principais demandas, o relatório preliminar recomenda um acréscimo de R$ 130 milhões para o recrutamento de 20 mil homens para o Exército. Os recursos virão dos R$ 200 milhões já alocados para o Ministério da Defesa no relatório preliminar do senador Valdir Raupp (PMDB-RO). Jaime Martins também destina R$ 20 milhões para pesquisa e manutenção de equipamentos do Exército.
O relatório setorial destina R$ 1,5 milhão para a Marinha e recomenda a alocação de mais R$ 30 milhões no relatório-geral. A Aeronáutica recebe mais R$ 97 milhões para aquisição de aeronaves e R$ 25 milhões para reformas da frota.
Sem corte linear
A Polícia Federal obtém um acréscimo de R$ 70 milhões, especialmente para construção de novas unidades e reaparelhamento. O relatório setorial ainda incrementa o Ministério da Justiça e o Fundo Penitenciário.
Pelo parecer preliminar, cada relator teria direito a cortar até 15% dos investimentos de sua área e transferir os recursos para outros programas. Martins preferiu não fazer esse corte e optou por trabalhar apenas com os R$ 457 milhões destinados à área pela distribuição das receitas reestimadas. "O corte linear não é muito inteligente, porque pode inviabilizar determinados programas", explicou o relator. Com isso, foi mantida a programação original da proposta do Executivo.
O cronograma do Orçamento prevê a votação de todos os relatórios setoriais até 13 de dezembro. O relatório final deve ser apresentado no dia 18, para que seja votado pela comissão no dia 20. Com isso, o Congresso poderá votar o Orçamento em 21 ou 22 de dezembro.
PEC 8 valoriza a colegialidade das decisões do STF...
STF: pessoas não concursadas não podem exercer a substituição de cartórios por mais...
Lula assina MP que tributa aplicações financeiras no exterior...
TJ-BA celebra o centenário da morte de Ruy Barbosa com realização de seminário...
Corregedor do CNJ extrapola poder em suspensão de perfis de juízes das redes sociai...
STF decreta prisão preventiva de investigados por vandalismos, violência e atos ant...
Medida provisória zera PIS e Cofins do setor aéreo...
Comissão do Senado debate e aprova sugestões de mudanças no rito, no alcance e nos ...
STF inicia julgamento sobre regra que posiciona membro do MP ao lado do juiz...
Lei de Direitos Autorais não se aplica à criação de formato gráfico para buscas na ...
Câmara Municipal de Salvador não pode reeleger os seus dirigentes mais de uma vez, ...
Ministro Barroso suspende eficácia imediata do piso salarial da enfermagem e pede e...
Efeitos da reforma da Previdência repercutem no Orçamento do ano que vem...
Supremo retoma sessões plenárias com sessão nesta segunda-feira, às 15h...