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Presidente Lula participa da abertura da XIV Cúpula Judicial Ibero-americana

03/03/2008 | 1737 pessoas já leram esta notícia. | 45 usuário(s) ON-line nesta página

De terça a quinta-feira desta semana, Brasília vai se transformar na capital dos Poderes Judiciários da comunidade ibero-americana. O Superior Tribunal de Justiça sedia a 14ª edição da Cúpula Judicial Ibero-Americana, mais conhecida como Cumbre. O evento reunirá cerca de 150 participantes para debater projetos e ações que possibilitem estreitar as relações entre os poderes judiciários dos 23 países que compõem a comunidade ibero-americana. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Elen Gracie, confirmaram presença no encontro.

A solenidade oficial de abertura dos trabalhos, que ocorre no dia 4, a partir das 17h, no Plenário do STJ, terá pronunciamentos do ministro presidente do STJ, Raphael de Barros Monteiro Filho, e do presidente do Tribunal Supremo da Espanha e Conselho Geral do Poder Judiciário, Francisco José Hernando Santiago.

Adotar projetos e ações compartilhadas por nações de valores culturais comuns ou semelhantes. Esse é o objetivo maior da Cúpula que reúne presidentes de tribunais superiores e de conselhos de judicatura e autoridades internacionais dos 23 países que compõem a Comunidade Ibero-Americana (Andorra, Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Cuba, Chile, Costa Rica, El Salvador, Equador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, Portugal, República Dominicana, Uruguai e Venezuela).

É a primeira vez que um tribunal superior brasileiro organiza e executa um encontro desse porte. Aqui, o STJ pretende diminuir ainda mais as distâncias geográficas, estreitando a relação entre os poderes judiciários do Brasil e dos países de língua portuguesa e espanhola. A proposta é tornar os países-membros da Cumbre cada vez mais próximos na construção de judiciários fortes, eficientes e, sobretudo, acessíveis aos cidadãos.

A participação nas palestras e debates da XIV Cumbre é restrita às comitivas jurídicas. Entretanto a solenidade de abertura será liberada ao público.

Fonte STJ