Notícias

Rossetto apresenta balanço do PPE a empresários e trabalhadores baianos

14/12/2015 11:55:00 | 1022 pessoas já leram esta notícia. | 33 usuário(s) ON-line nesta página

Programa já preserva quase 39 mil empregos no país, com benefícios de quase R$ 116 milhões

O ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto, apresentou na última sexta-feira (11) para empresários, trabalhadores e representantes sindicais da Bahia, um balanço do Programa de Proteção ao Emprego (PPE). Esta é a quarta de uma série de apresentações do PPE em estados de diferentes regiões brasileiras, que têm o objetivo de ampliar o conhecimento de diferentes setores da economia sobre o alcance e dinamismo do programa.

Segundo Rossetto, o principal objetivo do Governo Federal com o PPE é preservar o emprego no país. "O que queremos é que todos os empresários do Brasil, sindicalistas e agentes públicos vinculados ao mundo do trabalho conheçam o programa antes de demitirem", destacou o ministro, na presença de representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), da Força Sindical e de empresários locais.

O ministro afirmou que podem aderir ao PPE empresas de todos os setores e tamanhos. "Todas as empresas sejam elas pequenas, médias ou grandes e de todas as atividades econômicas como turismo, comércio, indústria ou agropecuária, podem aderir ao programa", afirmou.

Ainda segundo o Rossetto, o programa é muito simplificado e o Ministério do Trabalho e Previdência responde rapidamente os pedidos de adesão. "O ministério tem sido extremamente ágil para analisar os documentos, nós temos respondido em até dez dias", afirmou Rossetto.

O vice-presidente da Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas da Bahia, Pedro Luiz Failla, afirmou que o setor na Bahia tem sentido reflexos do período de retração. "Represento uma classe que tem um grande interesse que os empregos continuem e que as lojas não fechem. Esse programa vem de encontro a essa necessidade. O programa permite que os empregadores tenham uma opção antes de fechar as lojas", afirmou, reforçando a importância do diálogo com os sindicatos para viabilizar a adesão das empresas.

De acordo com o presidente da CUT/BA, Cedro Silva, o programa foi bastante debatido entre as centrais sindicais que chegaram a um entendimento. "A conclusão das discussões é que no Brasil nunca tinha existido uma lei para proteger o emprego dessa maneira. O PPE protege o trabalhador num momento de crise, mas as empresas também não podem parar de buscar o dinamismo e o desenvolvimento do país", afirmou Silva.

Até 10 de dezembro, 43 Termos de Adesão ao PPE foram concedidos pelo MTPS, com investimentos de quase R$ 116 milhões, que beneficiam 38.785 trabalhadores. Existem outros 57 processos em análise no ministério.

Entre as 100 empresas (matrizes ou filiais) que solicitaram adesão ao PPE - incluindo as que já tiveram os Termos de Adesão deferidos e aquelas cujo processo ainda permanece em análise - 32 são do setor fabril 26, do automotivo 18, do metalúrgico 10, de serviços seis, do comércio e três, da construção civil. Os setores alimentício, têxtil, financeiro e imobiliário, até o momento, estão representados, cada um, por uma empresa.

Fonte MTE