Os cerca de 4.500 servidores de carreiras administrativas na PF (Polícia Federal) iniciaram uma paralisação de 48 horas na manhã desta quinta-feira, em todo o país. Eles exercem serviços internos nos setores de logística e protocolo, por exemplo. A greve deve causar atrasos em atividades burocráticas, inclusive emissão de passaportes.
Um grupo de manifestantes se reúne em frente ao edifício-sede da PF, em Brasília (DF), desde o começo da manhã desta quinta.
Os administrativos reivindicam a criação de um plano de reestruturação da carreira; a equiparação de seus salários aos de outros servidores administrativos federais --o que elevaria os rendimentos iniciais de R$ 1.900 para R$ 3.000--; e o fim das terceirizações.
De acordo com Eugênio Moreira Filho, diretor financeiro do SINPECPF (Sindicato Nacional dos Servidores do Plano Especial de Cargos da PF), durante a greve, não haverá pagamento de diárias e passagens para os policiais que participam de operações em outros Estados. Os pagamentos de salários também podem sofrer atrasos, uma vez que a ordem bancária tem que ser enviada dois dias antes do primeiro dia útil do mês, justamente na sexta-feira.
Com a paralisação, os servidores pretendem forçar o governo federal a negociar. Não havia nenhuma reunião de negociação marcada, até a manhã desta quinta.
Mobilização paralela
O movimento dos servidores administrativos da PF é paralelo ao dos servidores que exercem carreiras policiais na instituição e que também estão em campanha. Os policiais têm cargos de delegados, agentes, escrivães, peritos e papiloscopistas e são representados pela Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais).
São os servidores policiais que realizaram recentemente duas paralisações de 24 horas e que prometem parar por 48 horas a cada quinzena, a partir do próximo dia 7 de maio --dois dias antes da chegada do papa Bento 16 ao Brasil. Se o impasse perdurar até junho, a categoria promete decretar greve nacional por tempo indeterminado.
Os servidores policiais protestam pelo não-cumprimento de um acordo de reajuste salarial que foi firmado com o governo federal em 2006. Eles reivindicam o pagamento de um aumento de 30% previsto no documento.
Semanas atrás, o atual ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, chegou a negar a existência do acordo.
PEC 8 valoriza a colegialidade das decisões do STF...
STF: pessoas não concursadas não podem exercer a substituição de cartórios por mais...
Lula assina MP que tributa aplicações financeiras no exterior...
TJ-BA celebra o centenário da morte de Ruy Barbosa com realização de seminário...
Corregedor do CNJ extrapola poder em suspensão de perfis de juízes das redes sociai...
STF decreta prisão preventiva de investigados por vandalismos, violência e atos ant...
Medida provisória zera PIS e Cofins do setor aéreo...
Comissão do Senado debate e aprova sugestões de mudanças no rito, no alcance e nos ...
STF inicia julgamento sobre regra que posiciona membro do MP ao lado do juiz...
Lei de Direitos Autorais não se aplica à criação de formato gráfico para buscas na ...
Câmara Municipal de Salvador não pode reeleger os seus dirigentes mais de uma vez, ...
Ministro Barroso suspende eficácia imediata do piso salarial da enfermagem e pede e...
Efeitos da reforma da Previdência repercutem no Orçamento do ano que vem...
Supremo retoma sessões plenárias com sessão nesta segunda-feira, às 15h...